Das férias – Retorno às Aulas – Dos Pacotes Turísticos e do Consumidor

30 Jan 2018
Publicado em Artigos

 

Noções básicas de direito, deveriam fazer parte da grade de estudos desde o ensino básico, mas não no sentido jurídico da palavra, e sim levar ao conhecimento das crianças e adolescentes, como exercer o seu direito, lutar por eles e fazer com que o respeitem, e não se esquecer do mais importante, sem invadir a esfera do direito do outro, pois vale lembrar que o seu direito termina quando começa o do próximo.

 

Não adianta os canais de informação os divulgar, pois todo o ano é a mesma coisa. No final do ano se explica como não ser enganado na contratação de um pacote turístico para as férias, mas de nada adianta, chovem ações no Judiciário contra empresas de turismo e companhias aéreas.

No início do ano o assunto principal paira na volta às aulas e na compra de materiais escolares. Primordial saber que o valor pago a título de reserva de vaga deverá ser descontado do valor total do curso; a matrícula nada mais é do que uma parcela da anuidade ou semestralidade; o aluno em débito em hipótese alguma, não poderá ser submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça, nem sofrer sanções como, por exemplo, recusa em aplicação de provas ou ter seu nome excluído da lista de presença, atitude esta um tanto quanto constrangedora e o aluno, pode e deve assistir aula e se o seu nome não constar na lista, não hesite e sinta-se constrangido, preencha à mão.

 

Esse fato, ora mencionado, me remete à época em que fazia a faculdade, por falta de condições e intempéries financeiras, a partir do segundo ano, eu estudava um ano inteiro sem pagar pelo fato de estar pagando o ano anterior e assim eu fui até depois de formado, ou seja, fiz a faculdade em cinco anos, mas paguei durante seis anos e toda vez, principalmente no meio do ano, o meu nome constava da lista como “sem re-matrícula”, eu simplesmente escrevia o nome por cima da mensagem e no mês seguinte era como se tivesse feito a re-matrícula, a mensagem simplesmente sumia.

 

Já quanto aos materiais escolares, o principal continua sendo aproveitar o que já se tem em casa, principalmente diante da crise que vivemos, além de pesquisar valores, principalmente em comércios populares, vale lembrar também que alguns itens não são obrigatórios, como aqueles de uso comum dos alunos.

E se vale um conselho, o meu seria não levar os filhos às compras, para evitar maiores despesas, uma vez que os produtos mais coloridos e com motivo dos desenhos de época e da moda, são sempre os escolhidos e via de conseqüência, também os mais caros e certamente você não resistirá ao pedido ou aos seus olhinhos brilhantes com o material na mão o que te onerará além do esperado.

 

 

Superados da volta às aulas, muitos consumidores ainda se aventuram aos pacotes turísticos para o feriado do carnaval, e se esquecem novamente das intempéries sofridas daqueloutras viagens realizadas a qual caem no esquecimento. Então segue a dica: se o próprio consumidor abre mão de organizar, passo a passo, sua viagem, e procura os serviços de uma agência de turismo, certamente quer conforto e tranqüilidade para usufruir seus momentos de lazer e diversão, confiando tudo àquele que se intitula especialista no ramo, via de conseqüência, se suas expectativas são frustradas, e seu passeio torna-se um pesadelo, os consumidores têm a opção de exigir da agência de turismo a reparação de seus danos, sejam materiais e morais.

 

Com essas dicas aproveitem a volta às aulas, as férias e claro, o feriado de carnaval.

 

Contato: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Por Rogério Gimenez

 

 

Vida de Advogado
Site
Blog
Página no Facebook
Instagram
Twitter
Canal no Youtube

 

 

 

Patrocinadores