Entrevista com o Advogado Bruno Gabriel Prates

14 Jan 2019
Publicado em Entrevistas

 

Bruno Gabriel Prates, é advogado, formado pela FMU de São Paulo, tem atualmente 26 anos de idade, solteiro e sem filhos, como disse, por enquanto, e mora e advoga na Comarca de Osasco, Grande São Paulo, aonde tem seu próprio escritório.

 

 

Nos conta que sempre quis ser advogado. “É até engraçado, mas me lembro de ter 04 ou 05 anos e ver personagens interpretando advogados na TV e dizer que também seria um quando crescesse”. Ele se lembra de que no ano de 2000, sua mãe foi ao cinema assistir ao filme “Erin Brocovitch, uma mulher de talento”, o qual, diga-se de passagem, esse entrevistador ama de paixão, o qual conta a vida de uma desempregada que começa a trabalhar em um escritório de advocacia. Bruno nos contou assim que o filme saiu em vídeo, sua mãe o alugou para ele, no intuito de fazer com que tivesse ainda mais certeza de sua escolha. Na família de Bruno, há outros advogados, porém, são parentes distantes, de quem diz ter se aproximado apenas após formado, sendo sua família grande apoiadora na sua escolha.

 

Nosso entrevistado é especialista em Direito do Trabalho, concluiu em junho de 2018 a pós-graduação no LEGALE, onde conquistou uma bolsa integral após ter sido aprovado em um processo seletivo de bolsas.

 

Bruno foi aprovado no Exame da Ordem em outubro de 2016, quando ainda lhe faltavam as provas finais da Faculdade. Perguntei como foi abrir seu próprio escritório, sendo explicado por Bruno que na época de sua aprovação, já contava com um sócio advogado e alguns possíveis clientes para quem poderia prestar serviços no próximo ano, então ao saber de sua não efetivação em seu último estágio, tratou de  conversar com seu atual sócio e resolveram assim abrir o escritório.

 

De início, Bruno nos narra ter explicado aos clientes que surgiam a sua situação, mostrava a aprovação no Exame e o certificado de conclusão do curso e explicava que ainda não tinha o número de inscrição na OAB. “Era complicado, mas divertido. Conquistar clientes sem infringir as regras éticas é uma luta, por diversos aspectos: 1 – As regras éticas são pouco flexíveis e trazem à advocacia exigências um tanto quanto arcaicas. A advocacia tem o seu múnus público e não pode ser mercantil, mas é contraditório afirmar que os advogados só possuem objetivos sociais e não financeiros, afinal, ninguém trabalha de graça; 2 – O Tribunal de Ética na maioria das seccionais é presidido por advogados que já possuem anos de carreira e um nome de mercado, então, não precisam mais se valer da captação e geralmente desconhecem a realidade dos advogados autônomos e recém-formados; 3 – Há muitos colegas que não respeitam as limitações éticas e fazem a captação irregular de clientes, infelizmente. Em minha realidade como advogado não tenho um hábito comprovado, o que tenho feito é promovido o site do meu escritório através de nossa página no Facebook, onde costumo postar notícias jurídicas de modo descomplicado, firmado parcerias com colegas que não atuam nas mesmas áreas que nós, na minha turma mesmo, eu sou um dos poucos que faz trabalhista, participo dos eventos da subseção em que sou inscrito e ainda confio no boca a boca de clientes satisfeitos que indicam e voltam, mas, honestamente, não sei até quando essas técnicas serão eficazes.”

A trajetória de Bruno coincide com a de muitos estudantes esforçados do Direito, ele concluiu o Ensino Médio em 2009, mas não tinha condições financeiras de cursar uma faculdade, foi quando arrumou um emprego em uma empresa de cobranças e não muito tempo depois diz ter passado a lidar com várias questões que envolviam os direitos dos consumidores. Ficou na empresa até o início de 2012, quando pediu demissão para poder estudar, visto que os horários não batiam. Ficou cerca de três meses desempregado e pagou as mensalidades da faculdade com a rescisão trabalhista que recebeu. Começou um estágio em um escritório recém-criado, que atuava na área trabalhista e lá ficou por três anos, depois trabalhou em outros dois escritórios, sempre na área trabalhista, porém, em diversas frentes, consultiva, contenciosa, patronal, reclamantes, sindical.

 

Nosso entrevistado diz ter se encontrado no Direito do Trabalho assim que iniciou seus estágios. Bruno considera “mesmo sendo uma área desvalorizada pelos demais advogados e pela sociedade é de extrema importância e não somente para os empregados, mas também para os empregadores corretos, porque evita o chamado “dumping social”, cada vez mais comum e também por ser carente de especialistas. Sempre vi todos fazendo trabalhista sem ser a primeira opção, mas para complementar a renda do escritório e nunca entendi a desvalorização, porque é uma área que demanda muita técnica, sobretudo em audiências e nas peças processuais.”  Hoje Bruno além da área trabalhista, também cuida das demandas de seguridade social do escritório.

 

Sobre a notícia que cogitou recentemente sobre a possibilidade de extinção da Justiça do Trabalho, Bruno acredita que a extinção da Justiça do Trabalho além de irresponsabilidade é uma utopia. “Primeiro, porque a Justiça do Trabalho é instituída constitucionalmente como as demais justiças especializadas (eleitoral e militar). Extinguir a Justiça do Trabalho mediante Emenda Constitucional e manter as demais violaria por analogia o princípio da impessoalidade, visto que a ideia de extinção é porque a Justiça do Trabalho estaria trazendo prejuízos demais aos empregadores, ou seja, estaria havendo a pessoalidade dos agentes públicos do legislativo em detrimento ao interesse comum, que é o direito fundamental ao trabalho digno. Segundo, porque a Justiça do Trabalho, segundo dados oficiais, julga os processos mais rápido que as outras. Considerando que as verbas são de natureza alimentar, é necessário que sejam julgadas em tempo hábil. Aliás, a grande maioria das ações trabalhistas se referem à verbas rescisórias e horas extras, direitos básicos. Terceiro, porque o fim da justiça do trabalho não significa o fim dos direitos trabalhistas, propriamente, visto que haveria a transferência das varas do trabalho para a Justiça Federal. Quarto, como disse acima, a Justiça do Trabalho protege também os empregadores corretos contra o "dumping social" (em resumo, a obtenção de uma vantagem indevida perante a concorrência mediante a desconsideração do Estado Social, do próprio ideal capitalista e sucateamento da mão-de-obra). Em um país de dimensões continentais, recheado de trabalho escravo e outros absurdos, é fora de cogitação esta ideia de extinção. Aliás, vivemos um péssimo momento, ao invés de estimular o cumprimento das leis e garantias de direitos, tolhemos àqueles que mais precisam de proteção legal. É o que temos visto em várias áreas do direito”.

 

Sobre este tema, Bruno ainda acrescenta, “a reforma trabalhista deveria ter propiciado o melhor acesso ao Poder Judiciário pelos pequenos empregadores que são os grandes geradores de emprego e, às vezes, por desconhecimento da lei são condenados e precisam pagar valores absurdos de depósito recursal, visto que não há justiça gratuita ao empregador, em suma e nem se observa um critério de "primeira condenação" ou extensão gravosa da condenação, o que poderia ser visto como a negação do seu direito constitucional de ampla-defesa. Mas a reforma sequer observou este tipo de "detalhe".

Quanto à aprovação na OAB, Bruno considera ter sido menos difícil do que imaginava, não desmerecendo o trabalho e nem sendo pretensioso com isso, pois considera que muita gente mais inteligente do que ele, segundo suas palavras, e igualmente merecedora, demoram mais para serem aprovadas. Para nosso entrevistado, foi difícil conciliar a faculdade de manhã, o estágio que ultrapassava as seis horas diárias e o cursinho. Já para a segunda fase optou por um cursinho online, para poder estudar com mais tranquilidade, sendo que a maior dificuldade foram os critérios subjetivos do exame. “Lembro-me que na minha 2ª fase as minhas respostas atendiam ao padrão da banca examinadora, mas foram consideradas erradas, o que fez a minha nota que eu calculava ser 6,5, ficar em 5,0. Como vi diversas pessoas reclamando da prova de Direito do Trabalho por questões semelhantes, recorri do resultado, mas sem sucesso, como quase todos os demais candidatos. Algumas pessoas resolveram recorrer para o Conselho Federal da OAB. Eu me inscrevi novamente para a 2ª fase e a dificuldade era por ser a primeira prova sob a vigência do novo CPC. Ironicamente, as pessoas que recorreram à Brasília foram aprovadas, mas, não reclamei porque consegui ser aprovado, desta vez com 8,5. Aliás, até hoje nunca entendi tal disparidade de critérios da banca examinadora de 2ª fase e vejo que é um problema recorrente. Na época usei o raciocínio de que para reclamar da OAB ou mudá-la, eu precisava ser advogado, então foquei em ser aprovado”.

 

Comentei com nosso entrevistado que em nosso País, existe uma inversão de valores, aonde uma mulher que furta comida para dar aos seus filhos é presa e tratada como lixo, enquanto corruptos, desfilam com malas de dinheiro e possuem regalias, Bruno diz ser lamentável e acredita ser culpa do sistema judiciário. “Vivemos em uma sociedade que clama pelo fim da impunidade e com isso, nossos governantes e uma parcela do Poder Judiciário entende que deve haver um encarceramento em massa, sem buscar a origem do problema. As oportunidades não são iguais para todos e muitas pessoas são condicionadas ao crime e se logo na primeira condenação fossem inseridas em um sistema que lhes proporcionasse dignidade no cumprimento da pena e na recuperação não retornariam ao crime”. Bruno, não faz criminal, mas já viu diversos casos de reincidência por falta de recolocação profissional após a saída da detenção. Para ele, a prisão em massa traz uma falsa sensação de justiça. Sobre os corruptos, Bruno acredita serem frutos de uma justiça seletiva. “Os negros, pobres e favelados têm, infelizmente, menor valor na sociedade e o Poder Judiciário nada mais é do que um reflexo da sociedade, visto que é composto por pessoas comuns em funções designadas”.

 

Sobre a rotina na Vida de Advogado, Bruno diz ter demorado para desenvolver uma rotina, pois quando se é autônomo desde o início, como ele, vai tentando várias coisas, umas funcionam, outras não. Hoje ele diz ter um planejamento anual do escritório e o divide trimestralmente e mensalmente. Para atingir os objetivos do mês, tenta cumprir uma rotina semanal que nem sempre consegue, justifica, porque fazer audiência cansa muito, sobretudo na Justiça do Trabalho, que atrasa bastante. Com os prazos faz o possível para cumpri-los até um dia antes do término, para evitar riscos e poder revisar com tranquilidade. Além disso, ele diz parecer um maluco com uma agenda que tem e leva para todos os lugares, a agenda do outlook e um aplicativo chamado “Trello”, lá diz colocar tudo o que precisa fazer, desde mandar feliz aniversário para amigos e clientes, até a criação de memoriais de sustentação oral e tenta assim cumprir.

 

Sobre as famosas dúvidas/consultas gratuitas, Bruno diz não negar ter tido muita dificuldade para cobrar as consultas, porque tinha medo de perder possíveis clientes. Com o passar do tempo foi percebendo que perdia um tempo precioso do seu dia e não recebia nada em troca. Também foi percebendo que quem não lhe paga é quem mais lhe exige atenção e depois usa as suas informações com outro colega para pechinchar honorários com ele. “Com isso, vi que a valorização começa em nós mesmos e que se não partir de nós, não virá de cliente algum”.

 

Quanto ao nosso órgão de classe, OAB, Bruno acredita que a mesma está distante dos advogados e perdeu o seu papel de protagonismo nas questões sociais. “Não posso falar pelos novos dirigentes, em razão da posse recente, mas no Conselho Federal, ou mesmo na Seccional, ouço e vejo as mesmas críticas desde antes de ser advogado, de que quem nos dirige não conhece as nossas lutas. Advogar é uma batalha diária, às vezes temos que implorar o respeito dos demais atores do Poder Judiciário e quando somos violados há o desagravo. Não adianta apenas desagravar, é necessário estimular a mudança de mentalidade. As anuidades são altas e não sabemos para onde vão, a Ordem cancela as indicações do convênio de assistência judiciária dos colegas inadimplentes e condena o aviltamento de honorários, mas não a vejo fiscalizando incisivamente as grandes bancas que contratam os advogados em regime fraudulento de sociedade, apenas para usurpar os seus direitos trabalhistas, é pouco flexível na negociação das anuidades atrasadas e o pior, para mim, é a eleição indireta para o Conselho Federal, através dos votos dos Conselheiros e não da advocacia como um todo. Para melhorar é necessário recuperar o prestígio da advocacia e buscar solucionar os dissabores da profissão. É necessário se perguntar a razão de certos colegas aceitarem fazer audiências por R$ 50,00. Quando é que a nossa profissão ficou tão sucateada? È necessário reverter a anuidade em prol da classe, estender os benefícios da CAASP, possibilitar a renegociação das dívidas e principalmente dar acesso aos advogados para que possam ser ouvidos por quem os dirige. Os dirigentes são apenas advogados que figuram como líderes por determinado tempo, não são melhores do que qualquer um de nós”. 

 

Quanto às maiores dificuldades na advocacia dos dias atuais, acredita que sempre foi difícil e é o que ouve dos colegas mais experientes. Diz que existe uma visão deturpada da advocacia pela sociedade, e explica, por exemplo, os advogados criminalistas são confundidos com os seus clientes e os advogados trabalhistas são vistos como aventureiros. Bruno ainda diz que o Poder Judiciário muitas vezes tende a ver os advogados como óbices ao processo de conciliação, diante de um anseio por mostrar produtividade por parte dos juízes e dos servidores e não é raro que se proponham conciliações desvantajosas. “Quando o advogado se insurge contra isto e em favor do seu cliente, arruma um problema com o magistrado. Dentro do Poder Judiciário somos vistos como cada vez menos necessários, mas desconsideram o fato de que a advocacia é a última barreira de preservação dos cidadãos e do Estado Democrático de Direito. Há muita concorrência, sim, mas há muito mais cidadãos do que advogados e todo mundo terá que ir à Justiça alguma vez na vida. É aí que aparecemos”.

 

Sobre sua Cidade (Osasco/SP), Bruno diz que é como advogar em qualquer outra e enxerga os mesmos problemas da advocacia como um todo. Considera que em sua Comarca é até melhor, a subseção é unida e os colegas prestativos.

Fugindo um pouco destes temas, quem é o Dr. Bruno? Tem algum hobby? Qual? O que gosta de fazer nos tempos livres? Bruno diz gostar de cozinhar (não significa que saiba, complementa). Gosta de correr, embora tenha parado e gosta de não falar de direito e processo (risos). Quer fazer um curso de mestre cervejeiro em breve, porém fica em dúvida se dará.

 

Nas redes sociais, Bruno recentemente narrou sua história de quando “saiu do armário” e disse, após indagado por esse entrevistador, não ter receios sobre sua sexualidade, explicou ainda que se assumiu recentemente. Indaguei então sobre essa atitude e se teve algum preconceito no meio jurídico? Bruno responde: “assumir a minha orientação sexual publicamente foi algo pensado por bastante tempo. Sempre fui homossexual, mas devido à minha criação religiosa nunca pensei que viveria ou falaria disso abertamente algum dia. Pouquíssimos amigos sabiam, sempre agi com extrema discrição. Um dia estava conversando com o meu sócio, que é heterossexual e resolvi dividir isso com ele e, diferentemente do que eu imaginei, ele me incentivou a não omitir a minha sexualidade e com isso, percebi que o preconceito existe, mas é muito menor do que o respeito das pessoas que gostam de nós.”  No meio jurídico, para Bruno, há muito preconceito, não só na advocacia, como também na magistratura e em outras carreiras, apesar de dizer que nunca sofreu preconceito diretamente, mas já soube de colegas que falaram de sua orientação de forma pejorativa. “Costumo não perder tempo tentando me afirmar. Antes de ser homossexual, sou um ser humano e um advogado. Deixo o meu trabalho e as minhas atitudes falarem por mim, tanto que tive clientes mais antigos que descobriram sobre eu ser homossexual depois de terem os processos encerrados, alguns de vertente conservadora e religiosa, e disseram que mudaram de opinião sobre os homossexuais e voltaram pelo trabalho realizado.”

 

Quanto às situações engraçadas na sua Vida de Advogado, apesar do seu pouco tempo de advocacia, já diz ter passado e gentilmente divide conosco. “Um dia eu estava fazendo audiência e havia apenas mulheres na sala, eu era o único homem. Todas conversando, inclusive a Juíza com elas, enquanto eu calculava um acordo. Acredito piamente naquela história de que homem não faz duas coisas ao mesmo tempo. A cada vez que eu chegava perto do fim do cálculo (o processo era de um funcionário antigo e com salário alto, envolvia diversas empresas e questões), elas riam e eu me perdia. Não sei o que me deu, mas quando eu vi já tinha falado: “Minhas lindas, assim não dá! Ou vocês falam, ou eu calculo, sou homem, me ajudem!”. Todas caíram no riso, inclusive a juíza, que disse: “Se eu soubesse que iria sair o acordo como saiu, teria pedido silêncio antes!”.

 

Bruno ainda conta de uma outra vez quando uma juíza o fitou a audiência toda e disse que ele parecia o Macauly Culkin. Quando perguntou se antes ou depois das drogas, a sala toda riu. E a última foi quando resolveu contar para outra juíza que na novela da época o bordel era administrado por um juiz, ela então gastou uns dez minutos dizendo o que prefere ver na TV no lugar da novela. E acredite, segundo Bruno, os programas citados pela Juíza, eram bons mesmo. Diz inclusive que começou a assistir também! (risos).

 

Quanto aos canais do Vida de Advogado, Bruno diz que conheceu há bastante tempo, e que nem era advogado ainda (me senti velho). “Um dia alguém compartilhou algo e achei engraçado. Daí em diante, segui a página. Me divirto bastante com as situações retratadas, muitas eu vivo no dia-a-dia. Gosto de ler os comentários dos colegas, sempre aprendo ou absorvo algo, vez ou outra surgem umas dicas boas nos comentários, do tipo: “não faça assim, deu errado!” e isso é bom também”.

 

Pedi para nosso entrevistado deixar uma mensagem para os demais amigos do Vida de Advogado, como sempre faço para concluir a entrevista, segue: “Apesar dos pesares sou feliz como advogado. Sei que existem dificuldades e que existirão muitas mais, mas não me arrependo de ter optado por ser advogado e nem penso em seguir outra carreira jurídica. Acho que precisamos nos unir, não somos inimigos. Se você puder fazer algo pelo seu colega, faça. Se for fazer audiência com alguém que não conhece o PJe, por exemplo, ajude-o na hora. O sol nasce pra todos e tem lugar para todo mundo, juntos a gente chega mais longe”.

 

Bruno Gabriel Prates é sócio do Macedo & Gabriel Prates – Sociedade de Advogados, estão em Osasco/SP. O site deles é o www.mgp.adv.br e atuam em demandas relativas aos Direitos Civil, do Trabalho e da Seguridade Social. Atuam em parcerias, correspondências e advocacia de apoio, sempre prezando pelo bom atendimento, assertividade e alegria no trabalho. “Sem alegria, fica impossível!”

 

Por Rogério Gimenez

 

 

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